
O pai do garoto, Jaime Zavala, tinha o costume de colocar na lancheira do filho versos bíblicos e algumas palavras de motivação para ele ler e compartilhar durante a hora do recreio com seus colegas. As crianças então começaram a pedir cópias e explicação das mensagens, aumentando o número de interessados na leitura dos versos bíblicos.
Segundo a Fox News, um professor chamou o pai do garoto e disse que ele “não estava autorizado a compartilhar tais coisas enquanto estava na escola”. O advogado da instituição disse que ele só poderia fazer isso fora do estabelecimento, após o encerramento das aulas.
“Esta é uma violação clara e grosseira dos direitos de uma criança”, disse Horatio Mihet, advogado do Conselho de Liberdade, defensor do aluno e de sua família contra a Escola Elementar ‘Desert Rose’, em Palmdale.
Alegando a “laicidade” do estado, a escola chegou a enviar um Xerife na casa do garoto para entregar uma notificação aos seus pais. Por outro lado, o Conselho de Liberdade que defende a família, afirmou que caso a escola não reveja sua política de perseguição religiosa a manifestação individual de fé das crianças, entrará com um processo na Justiça Federal contra a escola por violação da primeira emenda constitucional americana, que garante o direito a liberdade de crença...
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