terça-feira, 12 de novembro de 2013

Golpe perfeito

Acompanhado de uma belíssima mulher, o sujeito entrou na joalheria e mandou que ela escolhesse a jóia que quisesse, sem se preocupar com o preço. 
Examina daqui, experimenta uma, depois outra, ela finalmente decide por um colar de ouro com diamantes e rubis. 
Preço... R$ 450 mil. 
Ele manda embrulhar, saca um talão de cheques e começa preencher. 
Assina, destaca e ao estendê-lo, percebe a fisionomia constrangida e preocupada do vendedor, examinando o cheque. 
O cliente, então - num gesto inusitado -, propõe: 
- Vejo que você está pensando que o cheque pode não ter fundos. É natural, eu também desconfiaria, afinal, uma quantia tão grande... Mas tudo bem. Façamos o seguinte: hoje é sexta-feira e o banco já fechou. Você fica com o cheque e com a joia. Na segunda-feira, você vai ao banco, pega o dinheiro e manda entregar a joia na casa dela, ok? 
Cheio de mesuras e agradecimentos pela compreensão, o vendedor encaminha o casal até a saída, desejando-lhes um bom fim de semana. 
Na segunda-feira, o vendedor ligou para o cliente para dizer-lhe que, infelizmente, pode ter havido algum equívoco do banco: o cheque não tinha fundos. 
Ouviu, então, uma voz meio sonolenta: 
- Sem problema. Pode rasgar o cheque, pois eu já consegui transar com a mulher.

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“Não é o poder que corrompe o homem. O homem é que corrompe o poder”!