De hoje até abril, Bial fará uma “imersão total” no programa, acompanhará o que acontece no confinamento o tempo todo. “Eu só faço isso durante três meses. É difícil pra mim ler, engatar num livro. [BBB] Vira minha literatura. Leio pra caramba, mas, durante essa época, me envolvo [com BBB] até a raiz dos cabelos e é muito estimulante intelectualmente, estimulante à beça. Fico com a cabeça ágil, desperto um monte de ideias, de lembranças, mexe com a memória”, disse a jornalistas na última quinta-feira, em uma entrevista concedida dentro da casa em que 12 participantes serão confinados nesta terça-feira.
Diretor de um filme sobre o escritor Guimarães Rosa (Outras Estórias) e ex-correspondente da Globo na Alemanha, testemunha de um marco histórico, a queda do Muro de Berlim (1989), Bial define Big Brother como “um caldeirão pop”. “E o pop tem essa característica de aproximar e bater linguagens diferentes, colidindo e criando novas ideias”...
UOL
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